Sensibilizar, observar e criar pode resultar em filme
27 DE setembro DE 2018
A cineasta Larissa Figueiredo, 30, ministrante do curso na BVL, desafiou os participantes a trabalhar a forma como olham o mundo e apontou como tal percepção pode ser aplicada em produções cinematográficas.

Foram quatro encontros durante o mês de setembro que permitiram aos alunos desconectar um pouco do ambiente de ultra informação que vivemos. “A ideia é a gente voltar para o mais básico, lembrar da origem do cinema e tentar entender onde está o desejo, o que queremos expressar. Eu acredito muito na imagem em movimento como linguagem, e é isso que eu tento buscar com os alunos. O resto é só técnica”, diz Larissa.

Jorge Eduardo, 66, é físico nuclear e amante do cinema. Frequentador da BVL, já participou de outros cursos na área e buscou esse como mais uma forma de aprofundar seus conhecimentos, e saiu com expectativas boas logo no primeiro dia. “Foi possível ampliar a visão do que está por trás das câmeras, saí mais sensibilizado com relação às técnicas e formas de olhar.”

O curso aconteceu dentro da biblioteca e uniu pessoas com experiências, idades e profissões muito diferentes, o que enriqueceu o curso e as vivências de cada um dentro da BVL. Larissa ressaltou a importância de cursos práticos como forma de aproximar as pessoas da leitura.
“Revitalizar esses espaços com práticas que fazem com que as pessoas de alguma forma comecem a interagir naturalmente com os livros é fundamental. O legal deste curso é que a gente pode fazer essas filmagens no meio da biblioteca, então as pessoas são convidadas a interagir com o espaço.”
O resultado do curso foi a produção de minicurtas em que cada aluno foi personagem de uma produção e diretor de outra. Cada vídeo retratou o desejo de Larissa com o curso: o de desenvolver a escuta e descobrir o que queremos dizer por meio do audiovisual. “É como aprender a ler e escrever, aqui vamos aprender mais um instrumento que é fazer filmes.”
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