Um despertar para a ciência na BVL

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As aulas de ciência, filosofia e história são comuns na escola e promovem o estudo do nosso planeta, do espaço, de nossos antepassados e de grandes nomes que deixaram legados técnicos e teóricos, contribuindo para diversos tipos de avanços em nossa sociedade. A biblioteca é um espaço de extensão deste conhecimento, está repleta de livros que engrandecem nossa sabedoria. Nesse sentido, a BVL incluiu, em junho, dois encontros que proporcionaram uma nova possibilidade de descobertas. Em uma parceria com a UNIFESP, os professores Eduardo Kickhofel e Claudemir Roque Tossato passaram duas tardes de sábado por aqui para falar um pouco sobre a trajetória de Leonardo da Vinci como anatomista e a astronomia observacional de Brahe para o desenvolvimento da área no início do século XVII.

Assuntos complexos, que rendem horas de discussão, mas que, por aqui, ganharam uma introdução, que serviu para despertar a curiosidade de todos sobre o passado, o mundo em que vivemos e até sobre o espaço. Não faltaram dúvidas, observações e novas descobertas nesses encontros, que contaram com sala cheia e plateias atentas. O conteúdo certamente deixou muita gente com a ‘pulga atrás da orelha’ para seguir com pesquisas e aprendizados sobre os temas discutidos.

08.06 - Palestra - Leonardo da Vinci e Tycho Brahe - Equipe SP Leituras 2

Foi o caso de duas pequenas de apenas 9 anos. Mariana e Lorena, que participaram da atividade acompanhadas de Ana Virginia e Adriano Andreoli. As meninas estão no 4˚ ano do ensino fundamental I e aproveitaram muito a palestra. “Eu gostei de saber um pouco mais sobre o céu e o movimento dos planetas, porque estamos aprendendo um pouco sobre isso na escola”, disse Mariana encantada com as novidades. O tema de ciência motivou a família a participar dos encontros e Ana reforçou a importância da ciência em nossas vidas. “Nós recebemos a programação por e-mail e o tema científico chamou nossa atenção. As meninas já conhecem Leonardo da Vinci também, então decidimos encarar com elas e aproveitar para saber mais de um tema que é ‘escasso’ em nosso país”.

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Os professores saíram com a sensação de objetivo alcançado, pois houve questionamentos e troca de experiências com os participantes que motivaram Eduardo e Claudemir. “Sinto que estes encontros são um pequeno tijolo para contribuir com a cultura e o conhecimento do nosso país”, disse Eduardo Kickhofel, que é professor de Filosofia do Renascimento na UNIFESP. E o que ficou destes dois sábados foi dito por Felipe Borges, 22, estudante de Psicologia: “temos que ocupar mais os espaços para a difusão do conhecimento científico”.

 

 

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