Noite-égua (Nelson Rego)

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capa_noite_eguaUma família habita os apartamentos de um velho prédio, onde, há 59 anos, foi encontrada, na biblioteca, na mesma noite da morte de uma jovem enfermeira, uma carta de autor desconhecido. Agora, um pesquisador vai consultar os velhos livros da afamada biblioteca. Ele passa a frequentar diariamente o prédio e estabelece conversações com os seus confusos moradores. Além da obstinação em desvendar a autoria da carta, o visitante torna-se possuído por outro objeto de desejo – Silvinha, adolescente ousada, meiga e agressiva, roqueira tatuada, que pinta de vermelho os cabelos por natureza já vermelhos.

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