Belelê mudou de nome

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A partir deste fim de semana, o Bebelê passa a se chamar Lê no Ninho. Além da mudança do nome, o programa vem com outra novidade: a incorporação de tablets durante a atividade. O objetivo do programa, porém, continua o mesmo: por meio de contação de histórias, músicas e contato com livros lúdicos, preparar crianças de 6 meses a 4 anos para gostar da leitura, fomentar o gosto pelos livros e narrativas e criar um vínculo afetivo entre pais/ responsáveis e os pequenos.

A mudança de nome e a introdução de tecnologia se deram por meio de um processo colaborativo entre a SP Leituras, organização social que gere as bibliotecas, a Secretaria da Cultura e o Instituto Tellus no projeto chamado de Bebelê 2.0.

Já a nova denominação foi adotada após a constatação de que a nomenclatura antiga dava a impressão de que a atividade era voltada só para meninos e meninas com poucos meses de vida, quando, na verdade, é direcionada para bebês e crianças de seis meses a quatro anos.

As sessões continuam tendo os livros como grande destaque, mas a partir de agora em alguns momentos serão usados também livros aplicativos instalados nos tablets, que reproduzem o som dos animais e incentivam a interação da criança com uma historinha.

Além disso, a atividade pode ser levada e aplicada em casa, pois as bibliotecas disponibilizam para empréstimo kits do programa, com dois livros e um fantoche.

Na Biblioteca de São Paulo, o Lê no Ninho acontece aos sábados, das 11 às 11h45 e das 15 às 15h45, e aos domingos, das 11h30 às 12h15 (um domingo ele acontece dentro da BSP, noutro dentro do programa Domingo no Parque, que acontece no Parque da Juventude).

Na Biblioteca Parque Villa-Lobos, a atividade acontece aos sábados e domingos, das 10h30 às 11h15.

 

 

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