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Há 69 anos, ‘O Apanhador no Campo de Centeio’ ganhava sua primeira edição

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A primeira edição completa do “O Apanhador no Campo de Centeio” foi publicada em 16 de julho de 1951 pela Little, Brown Company, nos Estados Unidos, e desde então vem sendo cultuada por diferentes gerações de jovens. A obra-prima de J.D. Salinger (1919-2010) só chegaria ao Brasil em 1965, pela Editora do Autor, em tradução de Álvaro Alencar, Antônio Rocha e Jorio Dauster.

O livro começa com a expulsão de Holden Caufield da escola onde ele estuda, no estado americano da Pensilvânia. O jovem de apenas 16 anos decide, então, usar suas economias para ir até Nova York, onde vive uma aventura de três dias e tem uma série de encontros que vão fazê-lo olhar o mundo sob outra perspectiva.

Em uma resenha para o New York Times, o crítico Nash Burger classificou “O Apanhador no Campo de Centeio” como um “romance extraordinariamente brilhante”. Uma das razões para esse encantamento, que se reproduziria no público e ganharia ainda mais força entre os adolescentes nos anos 1960 e 1970, é o emprego de uma linguagem franca e aberta para reproduzir o fluxo de pensamento do personagem, incluindo sem cerimônia palavrões e descrição de cenas de sexo.

No ano passado, quando Salinger teria completado cem anos, a editora Todavia lançou uma nova edição brasileira do livro, traduzida por Caetano W. Galindo. O volume reproduz a capa da versão original, com arte de E. Michael Mitchell.

“O Apanhador no Campo de Centeio” foi incluído na lista de 2005 dos 100 melhores romances em inglês da Time. E foi indicado pela Modern Library e seus leitores como um dos 100 melhores romances em inglês do século XX.

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