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Todos os eventos para Oficina Arte poética: demência ou sobrevivência?

setembro 2020

Oficina Arte poética: demência ou sobrevivência?

setembro 1 às 10:00 - 13:00
Biblioteca Parque Villa-Lobos,
Av. Queiroz Filho, 1205, Alto de Pinheiros, São Paulo, São Paulo Brazil
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Edgar Morin, antropólogo francês compreende o ser humano para além do homo faber, Morin propõe o homo demens. Pervertendo (pelo verso, claro) o antropógolo, podemos concluir que delirar é preciso, viver não é preciso. A literatura e as artes em geral estão repletas de delirantes… Havia quem dissesse que a poesia de Fernando Pessoa era esquizofrênica, já disseram que Augusto dos Anjos era demente e raquítico. Lima Barreto escreveu ficção no sanatório. Já Álvares de Azevedo era um bom menino, mas seus versos eram perversos. Seria a literatura a cura para os doentes?…

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Oficina Arte poética: demência ou sobrevivência?

setembro 3 às 10:00 - 13:00
Biblioteca Parque Villa-Lobos,
Av. Queiroz Filho, 1205, Alto de Pinheiros, São Paulo, São Paulo Brazil
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Edgar Morin, antropólogo francês compreende o ser humano para além do homo faber, Morin propõe o homo demens. Pervertendo (pelo verso, claro) o antropógolo, podemos concluir que delirar é preciso, viver não é preciso. A literatura e as artes em geral estão repletas de delirantes… Havia quem dissesse que a poesia de Fernando Pessoa era esquizofrênica, já disseram que Augusto dos Anjos era demente e raquítico. Lima Barreto escreveu ficção no sanatório. Já Álvares de Azevedo era um bom menino, mas seus versos eram perversos. Seria a literatura a cura para os doentes?…

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Oficina Arte poética: demência ou sobrevivência?

setembro 8 às 10:00 - 13:00
Biblioteca Parque Villa-Lobos,
Av. Queiroz Filho, 1205, Alto de Pinheiros, São Paulo, São Paulo Brazil
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Edgar Morin, antropólogo francês compreende o ser humano para além do homo faber, Morin propõe o homo demens. Pervertendo (pelo verso, claro) o antropógolo, podemos concluir que delirar é preciso, viver não é preciso. A literatura e as artes em geral estão repletas de delirantes… Havia quem dissesse que a poesia de Fernando Pessoa era esquizofrênica, já disseram que Augusto dos Anjos era demente e raquítico. Lima Barreto escreveu ficção no sanatório. Já Álvares de Azevedo era um bom menino, mas seus versos eram perversos. Seria a literatura a cura para os doentes?…

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Oficina Arte poética: demência ou sobrevivência?

setembro 10 às 10:00 - 13:00
Biblioteca Parque Villa-Lobos,
Av. Queiroz Filho, 1205, Alto de Pinheiros, São Paulo, São Paulo Brazil
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Edgar Morin, antropólogo francês compreende o ser humano para além do homo faber, Morin propõe o homo demens. Pervertendo (pelo verso, claro) o antropógolo, podemos concluir que delirar é preciso, viver não é preciso. A literatura e as artes em geral estão repletas de delirantes… Havia quem dissesse que a poesia de Fernando Pessoa era esquizofrênica, já disseram que Augusto dos Anjos era demente e raquítico. Lima Barreto escreveu ficção no sanatório. Já Álvares de Azevedo era um bom menino, mas seus versos eram perversos. Seria a literatura a cura para os doentes?…

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