Espaço de coworking é inaugurado na BVL

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Com projetos de empreendedores apaixonados por ideias que vão além dos negócios, acaba de ser inaugurada, oficialmente, a sala de trabalho compartilhada, conhecida como coworking, na BVL. A abertura do espaço contou com programação especial na biblioteca, que teve início com visita guiada pelos pisos para que os empreendedores selecionados pudessem conhecer melhor o ambiente no qual estão inseridos agora. Uma dinâmica para promover interação entre os residentes e palestras sobre o projeto e a própria BVL complementaram as atividades do dia, que culminou com a ocupação do espaço propriamente dito.

Destinado a microempreendedores individuais, micro e pequenas empresas e pessoas com projetos em desenvolvimento, o coworking está localizado no segundo piso da biblioteca. Foram selecionados projetos relacionados com edição de conteúdo, cultura, empreendedorismo social e meio ambiente. Confira quais foram os projetos selecionados e que estarão sediados em nossas instalações pelos próximos 10 meses:

Marketing digital com poucos recursos – O modelo da agência How Digital é inspirado no Pay by Results: o pagamento é vinculado ao cumprimento de metas. O objetivo é viabilizar o marketing digital para micro e pequenas empresas.

Produção e edição de livro – Compartilhar com o público o processo de criação e edição de um livro é a proposta do escritor Carlos Castelo. Ele vai usar o espaço para escrever e editar um livro e também vai abrir sua editora. Mensalmente, vai contar para o público como está realizando o projeto.

Gestão ambiental – Os gestores da E3 Soluções Sustentáveis pretendem, com palestras e eventos, passar orientações para um consumo responsável, redução do desperdício e conscientização ambiental. A empresa de engenharia tem foco em eficiência energética, desenvolve projetos para edução de consumo de energia e produtos para geração de energias renováveis.

Projetos Circuitarias – Reúne iniciativas que ajudam a melhorar as relações interpessoais em instituições públicas e privadas. O psicólogo Daniel Stephan Wajss, responsável pelo projeto, utiliza habilidades socioemocionais, compartilha conteúdos, desenvolve treinamentos e organiza atividades para educadores, profissionais de áreas correlatas e empreendedores sociais.

Produção editorial e cultural – Fundador da Rabisco Produções Artísticas, Danielo Silva Belchior vai dividir sua experiência na criação de livros, vídeos ou filmes com o público. Entre outros temas, abordará a importância de se escrever corretamente, estabelecer objetivos editoriais e, assim, criar uma mensagem clara e direta; ensinará a criar projetos editoriais e audiovisuais para o público infantil; e abordará o modelo de negócios de uma editora e as vantagens e desvantagens de ser um autor independente hoje em dia.

APP para valorizar a vida – Divulgar um aplicativo, em fase de desenvolvimento, que pretende ajudar pessoas com alguma dependência emocional que possa desencadear em sentimento de suicídio. Essa é a síntese do projeto de Jonnathan Rocha, que abraçou a causa social e passou a se dedicar ao empreendedorismo há oito anos. Ele conta com o policial militar Rogério Bezerra, com mais de 20 anos de carreira e buscando uma causa para apoiar antes de se aposentar; com o cientista da computação Rodrigo Rodrigues, que será responsável por desenvolver a plataforma, e pela jovem Thais Piropo, apaixonada pelas questões sociais e por pessoas.

Rizoma Memória Cultural – A proposta da microempresa é desenvolver consultoria especializada para projetos de memória e documentação de arquivos pessoais e institucionais voltados para o campo da cultura. A principal atividade será a organização de arquivos documentaris. A partir deles, estuda a possibilidade de criação de projetos de publicação, documentário, exposição e outras formas de divulgação desse conteúdo.

Conteúdo com curadoria – Divulgar eventos de baixo custo e gratuitos, pensando no acesso mais democrático e livre ao lazer, especialmente de pais com crianças. Essa é a proposta da Relações Públicas Luísa da Silva Alves, que criou, com Daniel Poleto Rotatori, o portal Guia Fora da Casinha, e, agora, busca um modelo de negócios com rentabilidade para o site, que já existe há três anos.

Novas demandas de alfabetização – Estudante de Saúde Pública na USP, Regiane Sobral Mendonça Prates quer usar o espaço da BVL para ensinar e estimular a percepção das crianças. O projeto se destina a desenvolver iniciativas de alfabetização, entre elas, a realização de palestras gratuitas sobre a importância da educação e de métodos alternativos que despertem o interesse pela cultura, utilizando do ambiente e de seus recursos, linguagem específica e abordagem lúdica.

Os espaços de coworking públicos fazem parte do Acessa Campus, extensão do programa de inclusão digital AcessaSP executado pela Prodesp (Empresa de Tecnologia do Estado), agora em parceria com a BVL e a Biblioteca do Memorial da América Latina (que também recebe seu novo espaço de coworking).

Equipes do Acessa Campus, da SP Leituras e residentes. Foto: Equipe SP Leituras

Equipes do Acessa Campus, da SP Leituras e residentes. Foto: Equipe SP Leituras

Dinâmica entre residentes e equipes. Foto: Equipe SP Leituras

Dinâmica entre residentes e equipes. Foto: Equipe SP Leituras

Palestra sobre Acessa Campus com Melissa Godoy, da Prodesp. Foto: Equipe SP Leituras

Palestra sobre Acessa Campus com Melissa Godoy, da Prodesp. Foto: Equipe SP Leituras

Palestra sobre BVL com Pierre André Ruprecht, diretor executivo da SP Leituras. Foto: Equipe SP Leituras

Palestra sobre BVL com Pierre André Ruprecht, diretor executivo da SP Leituras. Foto: Equipe SP Leituras

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