É proibido calar (Mílton Jung)

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E proibido calarUm dos jornalistas mais conceituados da atualidade aborda o tema da criação dos filhos, tendo a ética e a cidadania como fio condutor. O jornalista Mílton Jung, conhecido por seu trabalho na TV e no rádio, costuma abordar assuntos como política e inovações no mundo dos negócios. No entanto, um lado que muitos talvez não conheçam dele é o de pai.

Seja o leitor um pai, uma mãe, dois pais e duas mães, ou qualquer que seja a configuração de família, o autor se dirige àquele que simplesmente aceitou o convite que a vida lhe fez de ser o responsável por assegurar a sobrevivência e o desenvolvimento pleno de uma criança. Aquele que aceita esse convite tem como função ajudar os filhos a interpretar o que acontece no mundo e em especial no Brasil, onde cresce o processo de desconstrução da política e se fortalece a ideia de que o país não tem mais jeito — quando na realidade a denúncia e apuração de casos de corrupção e a punição dos malfeitores são o próprio “jeito”. Um jeito que só é possível na Democracia.

Partindo de sua experiência como pai e também como filho, Jung propõe uma profunda reflexão, para que os pais percebam que, se o desejo que têm é o de que os filhos vivam em um país justo e generoso — com igualdade social, respeito ao próximo e honestidade —, é preciso iniciar esse trabalho dentro de casa e assumir a responsabilidade por sua criação com base na ética. É preciso educar os filhos para a vida pública, transformando-os em cidadãos, com direito à felicidade — deles, de suas famílias e de seu país.

 

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