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Clubes de leitura atraem cada vez mais adeptos

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A Folha de S. Paulo fez uma interessante matéria sobre como os clube de livros estão se multiplicando pela cidade. O jornal remonta origens, fala de exemplos e personagens. Cita até a BVL, que desde 2014 mantém o Clube de Leitura, que acontece uma vez ao mês. A instituição do governo de São Paulo discutiu e vai discutir neste programa o melhor da literatura brasileira e mundial. Escreve a repórter Úrsula Passos, da Ilustríssima —>

Com ancestrais ilustres como os salões franceses e os grupos de estudos de mulheres nos EUA, os clubes de leitura juntam pessoas que compartilham os resultados de uma experiência solitária. Além disso, as reuniões periódicas auxiliam aqueles que querem manter o hábito da leitura ou os que desejam adquiri-lo. Numa sala alugada em um desses espaços de “coworking” (área compartilhada de trabalho) que hoje se multiplicam por São Paulo, nove pessoas sentadas em torno de uma mesa conversam com rara desenvoltura sobre “O Som e a Fúria”, de William Faulkner.

Com múltiplos narradores, fluxos de consciência e estrutura não linear, o romance escrito pelo americano na década de 1920 não é nada fácil. Os vários pontos de vista tornam arriscado até mesmo fazer um resumo da história, e não à toa gráficos disponíveis na internet tentam ajudar a entender quem é quem e que papel desempenha na trama. Mas ali, naquele pequeno grupo, todos se lembram de detalhes do enredo e de características dos personagens, embora não faltem menções à dificuldade da obra.

Os membros do clube de leitura Jardim Alheio se reúnem mensalmente, sempre às quartas-feiras, para conversar durante duas horas a respeito de um livro definido em cronograma semestral. Cada participante –homens e mulheres com idades de 30 a 70 anos– paga cerca de R$ 70 por encontro para bancar o aluguel daquela sala em um prédio comercial na avenida Paulista.

Leia a reportagem completa neste link.

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