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#BVL5anos: no Cordel, tudo é rima!

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Existe uma maneira melhor de aprender algo do que brincando, cantando e rimando? Pois foi desse jeito que o público que esteve na BVL no dia do seu aniversário descobriu, aos pouquinhos, o que é a Literatura de Cordel. Crianças e adultos foram se aproximando ao ouvir o som da zabumba, tocada por Fabio Spila e da sanfona, executada por Felipe Siles. O trio, se completa com a participação da atriz Cris Leonel, que acompanha os músicos e convoca todos a participarem ajudando a formar rimas e embalando o corpo no ritmo da música.

No compasso do forró, o grupo Cia. do Liquidificador conta que o Cordel veio do sertão nordestino, de um tempo em que não existia nem jornal, nem televisão, e que o melhor jeito de fazer circular as notícias era por meio desses livretos. Rima e improvisação são as caraterísticas mais conhecidas dessa literatura, que entre seus expoentes conta com os versos do poeta popular Patativa do Assaré.

Mas não é só isso. Cordel ajuda na alfabetização. Quem não conhece a música ABC do sertão, de Luiz Gonzaga, que fala das letras do alfabeto? E tem cordel que ensina matemática, o poder da cura pelas plantas e até os diretos do consumidor. Tem história de amor, suspense, charadas e advinhas. Até biografia de gente famosa já virou literatura de Cordel.

Mas tem um segredo: precisa rimar!

 

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