Bebês pintam e se divertem na BVL

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Na sexta-feira 21, a oca da Biblioteca Parque Villa-Lobos foi invadida por um batalhão mirim que encheu o espaço com gritinhos de alegria. É que nesse dia rolou a oficina No colo – Atividades para bebês e famílias, que é realizada pela Instituto Tomie Ohtake. A iniciativa é fruto de uma parceria entre a SP Leituras, organização social responsável pela gestão da BVL, e a instituição paulistana com o intuito de trocar experiências e parte de suas programações.

O No colo integra o projeto Manhãs de história do Núcleo de Cultura e Participação do Instituto Tomie Ohtake. Seu objetivo é fazer a inclusão de crianças de até 18 meses e seus familiares nas atividades culturais promovidas pela entidade. “Levamos sempre em conta as necessidades das crianças e dos pais”, explica Luís Soares, que é coordenador de projeto do Núcleo de Cultura e Participação. Na oca da BVL, por exemplo, foi instalado um trocador para que os responsáveis pudessem limpar os pequenos.

Cada No colo é bolado de acordo com as mostras programadas pelo instituto. “A partir de um estudo da exposição, elabora-se a atividade”, fala Diana Tubenchlak, consultora em arte e educação e idealizadora do programa. Na sexta-feira, as crianças puderam brincar com tintas comestíveis, feitas de farinha de beterraba, brócolis, espinafre e açaí. A inspiração veio da mostra Picasso: mão erudita, olho selvagem, que ficou em cartaz no instituto até o dia 14 de agosto.

A fotógrafa Vanessa Zanforlin, 41 anos, já é habituée da atividade: era sua terceira participação. Ela é mãe de Rita, de 1 ano e 3 meses. “É uma experiência sensorial, em que ela tem contato com a textura das tintas, do pincel e fica livre para fazer sujeira”, diz Vanessa.



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